Os padrões europeus não servem de muito no Egipto, principalmente no que toca à condução. Todos os dias quando saio à rua tenho de esquecer as regras e a lei da estrada a que estava habituada e pensar que aqui é normal fazer inversão de marcha na rua mais movimentada, galgando a faixa de separação das vias; é normal não haver semáforos e nos cruzamentos impera a lei do mais forte. É normal as rotundas serem feitas pelo lado que der mais jeito, é normal não haver passadeiras, é normal as pessoas conduzirem enquanto falam ao telemóvel e comem um gelado, tudo ao mesmo tempo. E assim, em Alexandria, o meu meio de transporte é por norma um táxi ou carro particular (quando alguém nos dá boleia). Às vezes vamos 8 num carro, não se usa cinto, houve-se hip-hop. É normal.

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